Poesia na ponta do lápis (*)(**)


Uma poesia ganha forma
com a dança de um lápis
sobre uma folha de papel.
Adapta-se a toda reforma
com espírito de aprendiz
aglutina rima de beleléu.
Escreve versos sem norma
com azul escuro ou aniz
mas capricha no tom pastel.
Depois deste desembaraço,
logo é a nova convidada
do proprietário do espaço.
Promete vir de entrelaço
encabulada e apadrinhada
pelos Poetas Del Mundo


(*) márcia fernanda peçanha martins
(**) escrito especialmente para o 2º Encontro dos Poetas Del Mundo no Lápis Café

1 comentários:

Violetta disse...

E viva a poesia rabiscada pelo grafite de um lápis...beijos poeta!

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